Uni duni Ler Todas as Letras é um projeto de incentivo à leitura voltado principalmente para bebês e idosos. Tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura – FAC, da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal e vai realizar, gratuitamente, leituras públicas, rodas de histórias e cantigas e oficinas com a participação de escritores, ilustradores e contadores de história.


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Crianças da Creche São Vicente de Paulo recebem visita do Festival Itinerante de Leitura

Teve jacaré (Bilé), aranha (cheia de façanha), minhoco (apaixonado) e todos os bichos do Jardim Encantado na creche São Vicente de Paulo, no Cruzeiro Velho, nesta sexta-feira (23). Noventa e uma crianças de dois a três anos ouviram e cantaram músicas e histórias levadas pela Escritora Alessandra Roscoe, por meio do Festival Itinerante de Leitura.

A falta de luz, no meio da apresentação, não desanimou em nada a atividade. Pelo contrário, na penumbra, as crianças ficaram mais envolvidas com as leituras, que pareciam histórias de ninar. A autora aproveitou o breu inesperado para contar que “No escuro mora um segredo”, bem guardadinho. Sabia?


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SBT faz reportagem sobre ação do Festival no Hospital da Criança de Brasília José Alencar

No último dia 20, o Festival Itinerante de Leitura aportou no Hospital da Criança de Brasília José Alecar. As crianças em tratamento e internadas puderam ouvir histórias e músicas, conhecer livros e rir bastante com a escritora Alessandra Roscoe.

O jornal SBT Brasília fez uma reportagem sobre a ação. Confira:


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Recomendação médica de hoje: ler sempre!

Leitura cura. Tanto que os pediatras têm receitado livros para seus pacientes-leitores. No Hospital da Criança de Brasília José Alencar, a prescrição é levada a sério. Ou não. Deram mesmo foi muita gargalhada com as histórias que a escritora Alessandra Roscoe contou nessa terça (20).

Em mais uma ação do III Festival itinerante de Leitura, a autora recitou poemas, fez juramentos de alegria e “criancisse” perpétuos, cantou, encantou e tornou a tarde das crianças em tratamento um pouco mais leve e colorida.


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Crianças do Sesc de Ceilândia empinam artes e poesias pelos ares

Você já viu livro voar? Mas livro voa! Juro que voa. No Festival de Leitura, não há limite para a poesia. É que ela se fantasia de pipa e sai pra brincar, fingindo que é passarinho. Vai lá no alto, pelas mãos das crianças arteiras, virar verso-estrela, verso-sol, verso-lua. Sai na rua espalhando rima por aí…

Quem vê não entende como pode… Coisa de menino, de menina, moço… Criança inventa cada coisa… Inventaram de tirar a poesia do livro e pregar nas pipas. Vê se pode? Foi lá no Sesc de Ceilândia, nesta sexta-feira (16), sexta ação do III FIL. E tem coisa por vir. Vai vendo, moço. Vai vendo…


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Terra vermelha, chuva e grama verde encheram a Caixinha de Guardar o Tempo dos idosos da Vila Planalto

A leitura afetiva desta quarta-feira (14) teve um sabor de café em xícara de ágata, cheiro de terra molhada pela chuva e som de água batendo na telha. E porque “Contando só ninguém acredita, por isso a gente escreve, a gente lê!”, as debutantes da Associação de Idosos Renascer dos Pioneiros registraram suas memórias na grande colcha de retalhos do Festival Itinerante de Leitura.

Teve quem se lembrasse da terra vermelha que viu assim que desembarcou no solo da capital, há mais de cinquenta anos. Teve quem se emocionou ao cantar o “peixe vivo” de Juscelino Kubitscheck e voltar nos tempos em que a cidade nova era erguida ao custo de muito suor. Teve quem se sentisse jovem de novo ao lembrar da vida nos acampamentos de madeira, onde só viviam os solteiros, que deixavam a família para trás em busca de oportunidades na recém-nascida Brasília.

As crianças também participaram do encontro e mesclaram com suas percepções juvenis a importância da cidade. Se assustaram com as lendas urbanas que assombram o imaginário dos pioneiros, como se todos estivessem ao redor da fogueira, se aquecendo numa noite de contações da tradição oral.

Com um braço em volta de outro braço se deram abraços e uniram em um círculo de representações de vida, onde não há começo nem fim, mas onde o tempo vai passando, em circular por todos, unindo gerações, imaginações, sonhos.


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Contando só ninguém acredita, por isso a gente escreve, a gente lê!

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Em tempos de tudo tão instantâneo e rápido, parece que ficou num passado cada vez mais distante aquele contemplar. As horas vagarosas, os momentos de tranquilidade são mais e mais raros! Sentar e ouvir alguém contar um causo, uma história, falar de uma música, de uma lembrança, de muitas saudades, tanta gente nem sabe o que é isso! A vida é agora e o agora é ágil, exige multiconectividade, quase nunca o olho no olho. Estamos todos escravizados pela tecnologia, pelas redes sociais, que nos dão a falsa impressão de estarmos atentos a tudo e inseridos nos mais diversos contextos e ambientes, quando estamos, na verdade, cada vez mais solitários, numa solidão super habitada por “amigos”que nunca sequer vimos. Pensando nisso tudo, o Uniduniler todas as letras – III Festival Itinerante de Leitura chega à Vila Planalto nesta quarta-feira, dia 27/09/2016 com a proposta de desacelerar! Na Associação de Idosos Renascer dos Pioneiros que fica na Praça Nelson Curto, a escritora Alessandra Roscoe vai abrir mais uma vez sua Caixinha de guardar o tempo para falar de memória e da importância de registrarmos nossas histórias para que não se percam e possam alimentar futuras gerações. A partir de contos e causos, leituras e partilhas, a apresentação, de forma descontraída e interativa vai propondo que cada um costure suas próprias lembranças numa colcha de retalhos, tudo isso em meio a cantigas que também prometem destampar muitas emoções!

Show “Contando só, ninguém acredita, por isso a gente escreve, a gente lê.” – Leitura Partilhada com Idosos

14/09/2016

Das 16h às 18h

Associação de Idosos Renascer dos Pioneiros na Vila Planalto Praça Nelson Curto