Uni duni Ler Todas as Letras é um projeto de incentivo à leitura voltado, principalmente, para bebês, idosos, pessoas com necessidades especiais, hospitalizadas ou em situação de vulnerabilidade social. Realiza, desde 2013, leituras públicas, rodas de histórias e cantigas, leituras sensoriais, formação de mediadores de leitura sempre com a participação de escritores, ilustradores, mediadores de leitura, contadores de história. e músicos, que numa caravana poética, itineram por creches, asilos, hospitais e abrigos, livros, afetos, muitos versos e muita prosa!

Oficina Ler e Brincar de Ler inicia o II Festival Itinerante de Leitura – FIL Uni duni Ler todas as letras

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Mais de 50 pessoas participaram no último dia 08/07 da Oficina Ler e Brincar de Ler na primeira infância em Brazlândia pelo II Festival Itinerante de Leitura – Uni duni Ler todas as letras. A oficina gratuita ministrada pela escritora e coordenadora do Festival, Alessandra Roscoe, contou com a participação do espanhol, Carlos Laredo, escritor e diretor da Cia Teatral para Bebês, La Casa Incierta. Destinada a partilhar técnicas de leitura e mediação destinadas a bebês e pré-leitores, a oficina, que é uma ação preparatória dentro do Festival, aconteceu no Mezanino do CAIC. Brazlândia receberá no dia 29 de Agosto outra atividade do Festival, que contará com a participação dos convidados do projeto que vêm de Minas Gerais e do Rio de Janeiro: a escritora/ilustradora, Marilda Castanha (BH) e o casal Guga Murray e Patricia de Árias, ele músico carioca e ela escritora espanhola. Os três, acompanhados de Alessandra farão uma leitura pública para bebês, com performance de ilustração e um “livro-concerto”.

Durante a oficina desta quarta, foram experimentadas leituras afetivas, histórias cantadas, leituras sensoriais, explorados acervos específicos para ler com os mais miúdos. Carlos Laredo falou sobre sua experiência de mais de 20 anos realizando espetáculos teatrais para bebês pela Europa e sobre as pesquisas realizadas no mundo a respeito das potencialidades das crianças de 0 a 3 anos de idade. Durante a fala do diretor teatral sobre a capacidade de percepção na primeira infância, quando somos aptos a enxergar o invisível e imaginar tudo o que não vemos ou temos, um momento mágico que comprovou ali diante de todos os olhares tudo o que os dois especialistas falaram e mostraram no palco: uma menina de pouco mais de dois anos, que passeava pelo mezanino de chupeta e empurrando um carrinho de boneca com vários cubos de pano servindo de boneca, interrompeu o passeio diante do palco para receber pitadas de “nada”. A pequena pegou várias vezes com cuidado o “nada”que Carlos e Alessandra ofereceram como se fosse um tesouro e passou bons momentos brincando de pegar e devolver aquilo que ela não precisou ver ou tocar para sentir. Ali, tudo o que foi falado ganhou sentido pleno!

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